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A very english day

Hello again!

Primeiro, devo dizer que meu quarto dia em Londres foi até agora o meu melhor aqui e um dos mais legais da minha vida. Na verdade, parecia ter tudo para ser o dia mais entediante de todos. Eu dormi muito mal por causa de um maldito pernilongo que resolveu me picar inteira durante a noite. Demorei um tempão de madrugada para matar o safado, mas a coceira já estava em vários pontos do meu corpo e foi difícil dormir bem. POr causa disso, acabei acorddando não muito cedo, e fui então direto pra escola, usar o wi-fi antes de minha aula começar para falar com o Adrian, a família e os amigos. No caminho, passei numa livraria e comprei Harry Potter and the Deatlhy Hallows. É claro que não aparecerei de mãos vazias na Premiere. Preciso de algo para a JK assinar, não é mesmo? (Ai, sonho)

Na escola, tive minhas três primeiras aulas com um professor canadense muito doido. Doido mesmo. Mas ele é engraçado. Foram aulas bacanas. Depois, tive a quarta aula com o ANdrew, um britânico super bacana que teve uma participação importante no dia.

Toda terça-feira, a St Giles dá as boas vinas aos nvos estudantes em um Pub do lado da escola. EU resolvi passar lá para me enturmar, mas não encontrei quase ninguém que conhecesse. Quando estava quase indo embora, vi o ANdrew, o professor. Ele falou que eu devia entrar e procurar me enturmar. Voltei pro Pub e comecei a conversar com umas garotas com quem já tinha trocado algumas palavras. Depois o Andrew entrou e começou a conversar conosco. Claro que fiquei super feliz, em um Pub inglês, conversando com britânicos normalmente. O máximo!

Como as meninas foram embora, fiquei conversando com Andrew o tempo todo. E foi tão legal! Primeiro, porque ele é realmente britânico, não apenas um estudante que está aprendendo inglês. E ele conhece a cidade, então ficamos falando de tudo, ele marcou em meu mapa os lugares que eu preciso conhecer, conversamos sobre sotaques, tiramos sarro dos franceses… foram muitas horas de ótima conversa. E fiquei tão feliz por entender absolutamente tudo, conseguir falar tudo o que eu queria. E em um ambiente descontraído, onde ele mesmo falou que estava falando comigo normalmente, não pausadamente, como às vezes precisa fazer na sala de aula.

Depois de um tempo, resolver pedir um pint de English Beer. Muito gostosa, por sinal. Andrew comentou que agora eu poderia me sentir bem mais britânica, em um pub bebendo cerveja inglesa.

Horas e horas de conversa depois, já estávamos com fome e ele disse que, se eu quisesse, iria me levar para provar um dos melhores Fish ans Chips de Londres, algo que eu estava morrendo de vontade de fazer desde que cheguei. O dia já estava anoitecendo (isso por aqui, no verão, acontece bem tarde, lá pelas 21h ou 22h). A cidade fica tão bonita à noite! Hoje o tempo mudou um pouco à noite. Estava levemente frio, e tinha chovido durante a tarde. Tempo bem londrino, e que eu admito me atrair, não sei por que.

Fomos até o Fish and Chips Shop e eu finalmente pude provar o mais tradicional prato londrino. Uma delícia! Mas tinha tanta comida! Nem aguentei tudo. Depois pego o endereço exato e passo para vocês. Fica perto da Holborn Station. Acho que na Theobald’s Road. É um daqueles lugares que um turista nunca entraria, a não ser que tenha sido aconeselhado por alguém que realmente conhece a cidade. Parece uma lanchonete super simples.

Pronto, meu dia estava completo e mais londrino, impossível! Voltamos para o metrô e lá, pouco antes do Andrew descer na estação dele, começamos a conversar com um rapaz, que não me lembro por que acabou perguntando de onde éramos. Acho que era porque estávamos tirando sarro da voz que diz “Mind tha gap”. Quando o Andrew desceu, continuei conversando com ele até Stratford, minha estação. Descobri que é da África do Sul. Foi tão ótimo simplesmente puxar conversa asism, com um estranho, em inglês. Todos que fazem intercâmbio precisam passar por isso. É uma experiência única. Ele foi muito simpático, perguntou se eu sabia o caminho pra casa - já que tinha falado que estava aqui há só 4 dias - e se ia ficar ok. Seu nome era Duncan.

Hoje foi realmente um dia ótimo. Senti que aprendi mais hoje do que talvez jamais aprenderia no Brasil. Poder tomar umas cervejas com um britânico em um Pub, conversar sobre tudo, de sotaques franceses a acordar cedo, experimentar as coisas mais tradicionais da cidade e simplesmente ter um conversa bacana com alguém do meu lado no metrô….. são coisas que simplesmente não têm preço.

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  • 1 year ago
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Primeiro dia de aula

‘afternoon!

Está meio complicado me conectar à Internet, porque só tenho wi-fi na escola e eu não pretendo passra todo o meu tempo lá, enquanto poderia estar aproveitando a cidade.

Mas, mesmo asinda, mesmo que atrasada, tentarei postar um resumo das coisas que ando fazendo por aqui.

Meu terceiro dia em Londres foi também meu primeiro dia de aula. E foi maravilhoso! O dia estava lindo demais! Quente (no limite, mais que isso já me incomodaria) e muito ensolarado. Fui até a loja da Three comprar o SIM card mas descobri que prciso de outro aparelho, já que meu Nokia C3 não é 3G.

Depois disso, resolvi ir até o British Museum, que é muito perto da minha escola. Só tenho a dizer que foi uma das coisas mais lindas e grandiosas que já vi na vida. Isso porque só seu tempo de eu ver a parte do Antigo Egito.

Minha primeiro impressão quando cheguei à porta do Museu foi simplesmente: “Uau”. É lindo. Foi como se eu pudesse sentir a força de tudo auilo enquanto caminhava até a entrada. O ambiente é maravilhoso, mas e as coisas expostas lá dentro? A primeira coisa que eu vi exposta foi a Pedra de Roseta. Isso mesmo pessoas. Meu queixo caiu. Lembrei das longas aulas que tive sobre a Pedra, todo o fascínio que me causou ver o documentário e lá estava ela, na minha frente, separada apenas por um vidro. Para quem não sabe, foi com a Pedra de Roseta que conseguiram traduzir os hieróglifos egícpcios.

Depois, fui olhar ( e fotografar, claro) cada escultura maravilhosa que encontrava. Enormes, perfeitas e milenares. De emocionar.Mas como eu precisava almoçar e ir para a escola, não tive tempo de olhar o resto do Museu.. Voltarei lá vários outros dias, é claro.

Resolvi almoçar no Subway. Comprei meu lanche e fui até a Russel Square, sentei no banquinho e saboreei meu almoço observando as árvores e aspessoas no lindo dia ensolrado da capital inglesa.

Depois, fui para a escola, fazer meu teste de nível. Para minhas surpresa e feliciadde, fui colocada no nível avançado! Fiquei muito feliz e me esforçarei muito para aprender o máximo que puder. Todos os funcionários da ST Giles são muito simpáticos. Nada frios, como muitos podem pensar dos britânicos. Adorei todos. Fiquei conversando com dois professores no café de lá e um até arriscou algumas palavras em Português, contou que conhecia Sâo Paulo e tudomais. Aliás, ma maioria dos b^ritânico com quem tenho falado são muito simpáticos. Na loja da Three hoje, o vendedor que me atendeu se despediu com um “Tchau, obrigado!” (eu havia comentado que era do Brasil). Achei uma atitude muito bacana.

Fiz duas amigas da Turquia na escola e fui com elas até Piccadilly Circus. Foi um passeio ótimo. Admito que o lugar deve ser bem mais legal à noite, mas ainda assim é bem bonito, cheiode gente e com algo acontecendo a cada esquina, de música a mágica.

Foi um dia excelente, e espero que os oturos sejam tão bons quanto ou ainda melhores.

Miss you all. 

Many kisses!

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  • 1 year ago
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Sunny Sunday

Hello, everybody! Acho que encontrei um jeito de postar no meu blog com uma frequência aceitável. Não tenho wi-fi na casa de família, o que torna meu tempo na Internet um tanto limitado. No entanto - thanks God! - tenho wi-fi livre na escola. Mas como o tempo não é muito e eu prefiro gastá-lo matando a saudade do pessoal no Brasil, criei um método de criação de posts: de noite, já escrevo o texto que irei postar, no Bloco de Notas mesmo. E posto no dia seguinte (ou quando puder)! Aí é só Copy and Paste. Portanto, mesmo se eu criar um post à noite, muito provavelmente ele só conterá informações sobre meu dia anterior ou dias anteriores. Hoje, então contarei como foi meu segundo dia em Londres.

O domingo em Londres amanheceu ensolarado.Acordei depois de uma boa noite dormida para compensar o desconforto e dormirem parcelas dentro de um avião. Desci para preparar meu próprio café da manhã. Aqui a regra é essa. Quando eu estiver com fome, desço e preparo eu mesma o que quero comer. A Lydia já me explicou onde está cada coisa. Depois de comer, deixo a louça separada num canto da pia e els depois coloca no lava-louças.

Depois de tomar café, me arrumei para sair. Na bolsa: notebook, com o carregador e o adaptador de tomada (na esperança de encontrar wi-fi gratuito), câmera fotográfica (claro!), Passaporte, algumas libras, meu Oyster Card, mapa do metrô e algumas anotações úteis. A Lydia me ensinou como chegar até a St Giles, onde vou estudar, então a tarefa do dia era chegar até lá. Mas foi muito simples! O ônibus em Londres anuncia o próximo ponto, assim como o metrô anuncia a próxima estação. se você sabe o número do ônibus que deve pegar e em qual ponto descer, não tem como se perder. E olha que quem está falando é uma garota que se perde até dentro do campus da Universidade.

Eu, muito esperta, esqueci de cronometrar exatamente quando tempo demora para chegar a escola, mas acho que não chegou a levar 50 minutos. Pode parecer super longe, mas eu demoro mais do que isso do meu trabalho até a faculdade. Para quem mora em São Pualo, é um tempo bem aceitável.

Consegui chegar com muita facilidade. Depois, resolvi dar umas voltas pela rua. Encontrei várias lojinhas de souvenir. Muita coisa bacana. Infelizmente, muitas coisas são bem carinhas. Na verdade, não é que são caras, mas a libra custar quase 3 reais não ajuda. E não adianta, eu converto o dinheiro mentalmente. Aí qualquer lembrancinha de 10 libras já dói. COmprei alguns cartões postais, espero conseguir mandar hoje para o Brasil. Ainda não sei o custo para enviar.

Depois das lojinhas, fui até a Russel Square, que fica quase do lado da escola. É linda! Estava uma tarde muito ensolarada e um calor gostoso. Havia muita gente deitada em toalha na grama. Um verdadeiro refúgio. E encontrei um esquilo muito fofo por lá.

Saí do parque e resolvi entrar no Starbucks, na esperança de ter wi-fi. Descobri que, para ter acesso gratuito à Internet nas lojas da rede, é preciso comprar o Starbucks Card. Custa £5, mas você pode consumir em produtos. Comprei, aproveitei e já pedi um frapuccino e me senti em uma mesinha para finalmente entrar na Internet e falar com o pessoal no Brasil. Foi ótimo. Depois disso, fui para a casa, jantei e fiquei conversando um bom tempo com a Lydia, minha host. Foi ótimo passar esse tempo com ela, me senti muito mais à vontade. Ela me rpeparou um chá chinês bem ostosinho e suave, que ela diz ser quase um milagre contra dor de estômago. Ele realmente faz você se sentir mais leve depois do almoço. Tentarei levar um pouco para o Brasil.

Depois da conversa, hora de tomar banho, ver um pouquinho de TV na sala (só para treinar o inglês) vir para o quarto escrever este post e dormir, pois afinal o dia seguinte era meu primeiro dia de aula e precisava estar decansada.

Em breve tento postar mais sobre meu primeiro dia de aula, e hoje à noite quando chegar em casa já escrevo sobre o seguyndo. Está complicado postar sempre. Afinal, estou em Londres, tenho apenas este mês para aproveitar e tempo nenhum a perder.

Cheers, guys!

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  • 1 year ago
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Chegou o grande dia!

Pois é, o grande dia chegou! E que grande dia hein. Hahahaha.

Grande, longo e cansativo. Mas ótimo.

Vamos começar dizendo que a despedida foi menos pior do que eu pensei.Teve choro e eu fiquei triste, claro. Mas não foi algo descontrolado.

Aí, vem a parte do avião, que mais uma vez me surpreendeu. Foi tranquilo. Tranquilo mesmo. Eu lá, olhando tudo ficar lááá embaixo pela janelinha. Não senti medo. Foi ótimo. Acabei sentando ao lado de uma garota que também fará curso na St Giles London Central pelo mesmo período que eu. Muita coincidência. Foi ótimo ela ter virado minha “amiga dose única” (assista Clube da Luta), pois, quando descemos em Madri - depois de mais de 10 horas de voo e uma noite que foi dormida meio desconfortavelmente - saímos juntas para procurar o que devíamos fazer. E lá vamos nós, pelo aeroporto de Barajas - que é enorme e lindo- atrá do portão de embarque e tudo mais. Por srte não tivemos que passar pela imigração, mas passamos pelo raio x e até os sapatos nos fizeram tirar.

Finalmente embarcamos no avião, que era muito menor que o do voo anterior. E isso singificou que o voo foi mil vezes mais tenso. Eu senti ele subir, ele balançava o tempo todo, e durante metade do caminho minha mãe suava. Aí comecei a conversar com dois cariocas que estavam do meu lado, e, na hora do pouso, quando eu sabia que eu sentiria a sensação de queda e tudo mais, resolvi dar uma de doida e ficar acompanhando tudo pela janela, vendo o avião se inclinar para fazer curva, balançar. Já que eu estava com medo, melhor então aproveitar tudo. E não é que isso me deixou mais calma? Me render decabeça ao que me deixava nervosa me deixou com bem menos medo e foi tudo tranquilo.

Quando pousei, nem acreditava que finalmente tinha chegado a Londres. Mas ainda faltava passar pela imigração. E a fila estava gigantesca. Ficamos mais de uma hora e meia por lá.

Tive tanta sorte! A funcionária que me entrevistou só perguntou o que eu estava fazendo lá. Disse que ia estudar inglês, mostrei a carta da escola e pronto, ela me deu o visto! Que alívio.

Então, eu estava oficialmente na capital britânica. Fui pegar minhas malas na esteira e, como a imigração havia demorado muito, elas já estavam jogadas em um canto para serem pegas. Pelo menos estavam lá, o que já é um alívio imenso.

Depois disso, eu precisava encontrar o Pastor Gustavo, que iria me levar para casa. Quem estava lá, no entato, era seu filho. Super atencioso, me levou para comprarmeu Oyster Card (podem ficar chocados, mas o cartão mais o Travelcard mensal zonas 1-3, que me dá direito a usar quantas conduções quiser por um preço fixo duante um mês, saiu por £133,70), me levou de metrô até a estação perto da minha casa de família e então me ajudou a encontrar um ônibus que chegasse à casa. Nem preciso dizer que a primeira coisa que eu fiz quando entrei no ônibus foi subir para o segundo andar e sentar bem na frente, né? Nem dava para acreditar que eu estava ali.

Na verdade, serei sincera, ainda não dava para acreditar. Estava cansada demais para assimilar as coisas, acho. Fui boa parte do caminho de metrô quase cochilando, pescando.

Era tudo assustador, sabe? Maravilhoso e assustador.

Minha primeira impressão de Londres é: o mundo inteiro está aqui. Quando as pessoas falavam “você encontra gente de todos os cantos por lá”, não imaginei que fosse em tamanha quantidade. Você entra no metrô e 60% fala inglês, o resto está falando outra língua (inclusive português. Brasileiro brota, tome cuidado para não cair na tentação de falar sua língua materna quando for fazer um intercâmbio).

Quando finalmente cheguei à casa dos Payne, estava exausta, acabada. Mas eles foram fofos na recepção, me deram algo parar beber e ja serviram o jantar.Estava delicioso, devo dizer.

A Lydia me explicou as regras da casa, foi mostrando tudo… e foi nessa hora que eu tive uma recaída. Vontade de chorar (principalmente na parte em que ela disse que eu não teria wi-fi aqui). Fiquei me sentindo deslocada, na casa de estranhos, sozinha num país onde eu nem entendo perfeitamente tudo o que falam.

Mas nada como tomar um banho (depois de umas 30  horas de correria) e ficar aqui, no meu quarto - que eu amei - para fazer a cabeça esfriar. Fui dormir na minha cama super confortável e me senti muito bem lá.

No próximo post conto como foi meu segundo dia aqui.

Bye bye!

PS: juro que depois atualizo este post com fotos e arrumo eventuais errinhos, fiz meio na pressaporque estou usando o wi-fi do Starbucks, então não tenho todo o tempo do mundo.

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  • 1 year ago
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Operadora britânica oferece internet móvel ilimitada a partir de £15 por mês

Em meus preparativos para a viagem (que, embora eu nem acredite, já é semana que vem!), estava buscando informações sobre operadoras de telefonia móvel em Londres. Embora eu não tivesse a mínima noção de quanto seriam as tarifas ou mesmo se eu utilizaria um celular por lá para fazer ligações, duas coisas me fizeram buscar  informações: a possibilidade de acessar a Internet do smartphone e a segurança que ter um número por lá me proporcionaria (em momentos de emergência ou mesmo se minha host family precisasse entrar em contato comigo, e vice-versa).
 
Durante essa busca, encontrei algo muitíssimo interessante, principalmente para aqueles que, como eu, adoram estar conectado o tempo todo: a operadora Three oferece “all-you-can-eat data” em alguns planos e - o melhor de tudo - também em celulares pré-pagos, o que significa que você pode usar a quantidade de dados que quiser mensalmente.
 
Ter esse benefício na modalidade “pré-pago” é ótimo, pois, para fazer um plano, pelo menos na Three, é necessário residir no Reino Unido há no mínimo 3 anos, o que já exclui aqueles que, como eu, estão chegando lá para estudar.
 
Além da Internet livre por 30 dias, você ainda tem 300 minutos em ligações e 3000 torpedos! Carregando o celular com £25, você tem direito a 500 minutos de ligação, em vez de 300.
 
Para usar esse “plano”, chamado de  Add-on, é muito simples:

1- Primeiro, você precisará de um SIM card da Three. Mas não se preocupe, ele é grátis. Clicando aqui, você solicita seu free SIM e eles entregam na própria casa (no Reino Unido, é claro). Também é possível retirar o SIM nas lojas da operadora.
Atenção: o SIM card da Three só funciona em aparelhos 3G. Se o seu não for, ele não vai funcionar. Além disso, ele precisa ser desbloqueado. Para desbloquear seu celular, entre em contato com a sua operadora. É um processo muito simples que pode ser realizado até mesmo por telefone. É grátis e toda operadora brasileira é obrigada a oferecer o serviço.

2- Depois de colocar seu chip no celular, você precisa carregá-lo (ou top-up, como eles dizem por lá). Você pode comprar cartões de recarga das lojas da Three, em supermercados e outros estabelecimentos, ou então carregar pela Internet com um cartão de crédito ou débito.

3- Depois de carregar o celular, você precisa comprar o Add-on que dará direito a esses minutos, torpedos e acesso a Internet que mencionei acima. É só ligar gratuitamente para 444 ou acessar three.co.uk/my3 para adquirir o Add-on.


Você também encontra o passo-a-passo no site da Three.


É claro que fiquei super feliz ao saber dessas tarifas. Confesso que agora sei que vou tuitar e postar no Facebook tudo o que estiver fazendo por lá haha. Mas, muito mais que isso, fiquei muito mais tranquila ao saber que poderei me comunicar facilmente com o pessoal que ficar aqui no Brasil, algo que estava me incomodando, já que não sei se haverá wi-fi na casa de família. Pode parecer pouco, mas saber que será possível dizer “boa noite” antes de dormir faz toda a diferença.

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  • 1 year ago
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Aos trolls, com carinho

Vamos direto ao ponto: trolls deram a cara aqui no blog. É, troll, alguém com muito tempo livre, pouca coragem e muita falta de carinho, que entra em blog, vídeos ou o que seja e comenta anonimamente, basicamente destruindo aquilo que está sendo mostrado. 

Expor algo em qualquer lugar, ainda mais na Internet, é deixar a cara exposta a tapa, é claro. Críticas ou comentários assim, sinceramente, não mudarão em nada o rumo do blog. Mas acho que é bacana eu deixar claro aqui qual o intuito deste blog e de tudo que posto aqui.

Como me planejo para viajar há muito tempo, reuni muita informação sobre o assunto. Muita coisa que me ajudou e muitas coisas que vão ajudar. Resolvi, então, juntar tudo isso aqui, num único blog, porque tenho absoluta certeza de que as informações serão úteis a mais alguém.

Claro que acho ótimo ter um lugar onde poderei postar as coisas que viver por lá, primeiramente porque depois poderei visitar os posts e relembrar tudo, e depois porque tenho certeza que cada post será útil àqueles que pensam em estudar em Londres.

Quanto à Vakinha, que muitos devem ter visto no canto esquerdo do blog, isso é uma maneira divertida que achei de mostrar para o pessoal que estou juntando dinheiro pra aproveitar minha viagem, e que, quem estiver a fim, pode ajudar. Tem valor estipulado, mas é só simbólico. E já me ajudou, caso queiram saber. Por fora do site, o que é até melhor, porque eles não ficam com porcentagem alguma. :)

Claro que divulgo o blog no Twitter e no Face. Não coloco o nome de ninguém, não mando diretamente para ninguém. Só coloco no meu perfil. Afinal, fiz o blog só para mim? Que tipo de pessoa teria uma atitude “autista” dessa? 

Como já disse, acredito que aqui há conteúdo que vai ajudar alguém. Talvez sua vida não mude lendo um post meu, mas vamos combinar que é um assunto muito menos inútil do que “Vou dormir agora”, “Estou com dor de cabeça” ou “A festa ontem foi ótima!”. Coisas que todo mundo posta no Face. Desculpe-me se destrui sua imagem de mídia social perfeita e livre de futilidades.

Ainda penso se irei excluir alguns comentários “trolleiros” por aqui ou se deixarei para rir um pouco. Mas, a você que realmente lê ou que simplesmente ignora este blog (coisa que quem não gosta deveria fazer), muito obrigada. Tudo continuará exatamente como planejado. Desculpe decepcioná-los, queridos trolls.

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  • 1 year ago
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Casa de família

Finalmente, chegou!!! Ontem, recebi um email da St Giles com a confirmação da minha host family. Não contém muitos detalhes, mas tem o mais importante: endereço, telefone e o nome do casal que vai me hospedar, junto a uma breve descrição deles, que vai abaixo, traduzida:

Lydia e Ronald Payne são simpáticos anfitriões que vivem no nordeste de Londres. Lydia aposentou-se mais cedo por ter sido enfermeira. Ronald trabalha como inspetor de metrô. Eles não têm animal de estimação. Gostam de cozinhar, costurar, fazer as coisas da casa* e de música.

* No original, DIY - Do it yourself. Imagine pessoas que consertam a pia, trocam o chuveiro e arrumam as coisas da casa sem precisar chamar um especialista.

Fiquei extremamente feliz em receber um email cerca de um mês antes de minha viagem. A CI havia me informado que eu receberia tudo apenas na semana do meu embarque. Mas aqui vai uma dica: se possível, tente entrar em contato com a própria escola. A St Giles tem páginas no Facebook e no Twitter, além de disponibilizar endereços de email de cada unidade em seu site. Como eu achei que uma semana seria muito pouco para eu me planejar ou tentar entrar em contato com a família, resolvi enviar um email perguntando sobre a host family. No último mês, mantive contato com uma funcionária responsável por esse departamento na filial London Central. Ela me disse que mandaria as informações assim que reservasse uma família, e foi o que fez - o pdf é direcionado à CI, mas ela me mandou uma cópia.

Ter recebido essas informações tornou tudo muito mais real. Já até vi a rua onde irei morar! Podem conferir aí embaixo:


Exibir mapa ampliado>

Muito lindinha, uma típica rua do subúrbio, com casinhas todas iguais. Ah, só para constar, embora aqui no Brasil subúrbio seja sinônimo de periferia, área pobre etc, em países de língua inglesa suburb representa as áreas que ficam nos arredores do centro metropolitano, são predominantemente residenciais e abrigam famílias de classe média ou alta.

Espero realmente que sejam um casal legal e que seja muito bom passar o mês com eles. Ligarei nos próximos dias para me apresentar. Só não sei o que devo levar de presente aqui do Brasil para eles. Comentem com suas sugestões!

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  • 1 year ago
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Um mês, Amsterdam, ansiedade etc…

Eu sei que já passou da meia noite, mas como ainda não dormi, considerarei que falta exatamente um mês para eu embarcar rumo a Londres!

A ansiedade está batendo forte agora. Esperar tantos anos por esse momento e saber que ele está tão perto de se realizar é estranho. Na verdade, tudo ainda parece extremamente irreal. Eu falo sobre isso com todos, compro as coisas, me organizo, pesquiso, escrevo aqui no blog… Mas não consigo me imaginar lá, de verdade. Acho que a verdade só vai me tomar realmente quando eu estiver no aeroporto. Provavelmente surtarei. Mas isso faz parte! Do contrário, não teria a mesma graça.

Sei que não postei nada nos últimos dias, mas final de semestre é sempre complicado. Além dos inúmeros trabalhos de faculdade, a vida na agência também anda corrida.

A grande novidade da noite é: Amsterdam! Sim, acabo de comprar minhas passagens para passar um final de semana na Holanda! O Adrian, meu namorado, tem uma prima que mora lá, e ela muito gentilmente me ofereceu sua casa para eu me hospedar. Muito obrigada, Marcia!

Voarei pela companhia low-cost easyJet, mas as passagens foram compradas pelo site eDreams (ótimo para procurar passagens baratas pela Europa). Prometo para breve um post sobre onde comprar passagens.

Estou eufórica, claro. Eu, que nunca entrei em um avião, voarei quatro vezes em um mês. Conhecerei quatro dos cinco aeroportos de Londres! Do jeito que sou desligada, espero não me perder - nem perder um voo (batendo três vezes na madeira).

Com certeza voltarei com excelentes experiências para compartilhar com vocês. Desejem-me sorte!

Amsterdam

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  • 1 year ago
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Museus e atrações abertos até mais tarde em Londres

Os museus de Londres são uma atração à parte. São inúmeros e - o melhor de tudo -  muitos são grátis! Espero em breve fazer um post falando mais sobre eles, mas por enquanto darei um dica muito bacana que encontrei no blog Londres para Principiantes.

Grande parte das atrações de Londres fecha bem cedo, por volta das 18h. Como estudarei no período da tarde, esse fato me preocupou um pouco. No entanto, há diversos museus e galerias que, no mínimo uma vez por semana, fecham mais tarde. Abaixo, segue a lista que a Eneida, do Londres para Principiantes, preparou, organizada por dias da semana.

Natural History Museum

Terça-Feira:

British Library: as mostras e a loja ficam abertas até às 20:00.

 

Quarta-Feira: 

Westminster Abbey: aberta até às 19:00, última entrada às 18:00.

Science Museum: na última quarta-feira do mês o museu fica aberto até às 22:00 e oferece uma programação especial para adultos grátis, que inclui mostra de filmes, DJs, quizzes, etc. Veja a progamação aqui.

 

Quinta-Feira: 

British Museum: as exposições temporárias e a “Great Court” (área central do museu) permanecem abertas até às 20:30. A última entrada, no entanto, é às 19:20.

National Portrait Gallery: aberta até às 21:00 às quintas e sextas-feiras.

The Courtauld Gallery na Sommerset House: aberta até às 21:00.

Wellcome Collection: aberta até às 22:00.

 

Sexta-feira 

British Museum: algumas galerias do museu ficam abertas até às 20:30. As exposições temporárias e a “Great Court” também.

National Gallery: aberta até às 21:00.

National Portrait Gallery: aberta até às 21:00 às quintas e sextas-feiras.

Natural History Museum: o Darwin Center e alguns outros locais ficam abertos até 22:30 na última sexta-feira do mês. Veja a programação aqui.

Royal Academy of Arts: aberta até as 22:00, último ingresso nas galerias às 21:30

Tate Britain: aberta até às 22:00 na primeira sexta-feira do mês, com programação especial.

Tate Modern: aberta até às 22:00, mas a última entrada para as mostras temporárias é às 21:15.

Victoria & Albert Museum: algumas galerias permanecem abertas até as 22:00.

 

Sábado 

Tate Modern: aberta até às 22:00, mas a última entrada para as mostras temporárias é às 21:15.

 

Todos os dias 

London Eye: aberto até às 20:30 e até às 21:30 em julho e agosto.

Madame Tussauds: horário variável, mas normalmente fica aberto até às 19:00 (último ingresso às 17:30). Veja o horário aqui.

 

London Eye

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  • 1 year ago
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Saiba onde encontrar wi-fi gratuito em Londres!

O site Londonist, um guia online da cidade de Londres, criou um aplicativo extremamente útil e interessante, que mapeia os pontos que oferecem conexão wi-fi grátis na cidade. 

Ícones identificam qual o tipo de estabelecimento que oferece a conexão (estações de metrô, cafés, bares, restaurantes etc), e uma lista mostra o nome de cada local.

Você ainda pode procurar um endereço para verificar quais os pontos de wi-fi mais próximos dele!

Até a última atualização, em julho de 2009, 319 pontos de conexão gratuita foram mapeados. Para quem vai viajar e tem certeza de que vai sentir saudades do pessoal que ficou no Brasil, saber onde conetar-se gratuitamente à Internet é uma ajuda e tanto. Além do mais, ainda dá para dar uma rápida tuitada diretamente das ruas de Londres. Ou quem sabe postar aquela foto no Facebook?

O aplicativo está disponível no site Londonist e também na App Store. Por £1.19, você pode ter o aplicativo em seu iPhone, iPod Touch ou iPad.


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